O que é markup e qual a diferença para margem
Um mede sobre o custo, o outro sobre o preço. Trocar os dois custa caro.
Guias sobre custo, margem e frete para quem vende produto físico. Cada texto fecha uma conta com números reais e mostra onde a margem se perde.
Entre o preço na vitrine e o dinheiro que sobra no caixa existe uma sequência de custos que raramente aparece junta. O que a mercadoria custou, o frete até o cliente, a embalagem, a taxa do meio de pagamento, a comissão do canal e o imposto. Cada um está registrado em algum lugar. A soma quase nunca está.
O que sobra é uma conta de cabeça, com percentual médio e frete estimado. Ela devolve um número aproximado e esconde justamente os pedidos que dão prejuízo, porque o erro se concentra em produto pesado, em destino distante e em desconto concedido no impulso.
Estes guias fecham essas contas com números. Cada texto pega um custo, mostra como ele se forma, faz a conta até o fim e aponta onde ela costuma errar. Não há teoria de gestão aqui e não há venda. Se você vende em marketplace, despacha por transportadora ou está decidindo até onde o frete grátis se paga, comece por qualquer um deles.
Um mede sobre o custo, o outro sobre o preço. Trocar os dois custa caro.
O preço mínimo tem duas partes, e o frete não entra na parte que é percentual.
O custo fixo em percentual é uma previsão de vendas escondida dentro do preço.
Um preço só, quatro margens. O piso muda com o canal, o destino e o mês.
Comece por aqui
A conta completa de um pedido, do custo de compra ao que sobra de verdade.
Dois produtos com o mesmo lucro bruto podem ter contribuições muito diferentes.
A mesma loja, no mesmo mês, tem cinco margens de lucro diferentes.
A mesma venda pode mostrar 50% de margem num painel e 26,75% na conta completa.
O mesmo produto, vendido a dois estados, paga ICMS diferente e deixa margens diferentes.
O que forma o custo de enviar um pedido, e onde o frete grátis vira prejuízo.
O valor aparece pronto no anúncio. Veja como ele se forma e o que dá para fazer.
O campo da nota pergunta quem contratou o frete, não quem pagou por ele.
O número médio que circula como resposta não descreve nenhum produto do seu catálogo.
A mesma caixa é cobrada como 11,06 kg num lugar e como 6,14 kg no outro.
A cotação de R$ 44,00 virou uma fatura de R$ 58,35. A de R$ 55,00 continuou R$ 55,00.
O custo do produto muda a cada compra, e quase ninguém atualiza o cadastro.
A fórmula do período mostra tudo que saiu do estoque, e não só o que foi vendido.
O frete é variável, e mesmo assim não cresce com o preço. É o terceiro tipo de custo.
Quanto a sua empresa precisa vender por mês só para não perder dinheiro.
O que o sistema de gestão resolve, e o que fica fora do escopo dele.
Uma organiza os custos por natureza, a outra por comportamento. É a troca que muda tudo.
Comissão, custo por unidade e frete, as camadas que decidem quanto sobra da venda.
A resposta não é sim nem não. É uma conta, e ela é diferente para cada produto.
R$ 0,01 a mais no preço pode custar R$ 6,70 a mais de comissão.
O preço calculado na isenção de 60 dias fica curto no dia 61.
Uma unidade parada um ano no Full pode custar o dobro do que custou comprá-la.
A mesma garrafa tem piso de R$ 104,75 num canal e de R$ 137,65 em outro.
A comissão da Amazon também incide sobre o frete que a loja cobra do cliente.
A margem do painel é tão boa quanto a configuração do dia em que o pedido entrou.
O mesmo produto, com o mesmo markup, deixa margens diferentes conforme o destino.