O varejo medido pela Stone cresceu 0,5% em agosto de 2026 frente a julho, na série com ajuste sazonal. Na comparação com agosto de 2025, a alta foi de 7,0%. Os números são do Índice do Varejo Stone, que a empresa lista em sua página com data de 11 de setembro.

A Stone define o índice como o volume mensal de vendas de um setor ou grupo de setores, calculado com dados de milhões de clientes. Todas as linhas do arquivo de agosto são de varejo físico. A página do índice tem um painel de varejo digital contra físico, mas esses números não estão no arquivo.

Onde o índice subiu

O 0,5% e o 7,0% são do varejo ampliado. No varejo restrito, a alta foi de 1,0% sobre julho e de 6,7% sobre agosto de 2025.

Entre os oito setores acompanhados, combustíveis e lubrificantes tiveram a maior alta no mês, de 2,7% com ajuste sazonal. A menor variação mensal foi a de livros, jornais, revistas e papelaria, queda de 2,5%.

O que o número não diz

A leitura da página da Stone não localizou a metodologia: como a inflação é tratada, qual a base de transações e quantos lojistas entram na conta. Sem isso, o 7,0% não pode ser posto lado a lado com índice de outra empresa ou do IBGE como se os dois medissem a mesma coisa.

Para quem vende em loja física, o arquivo CSV publicado pela Stone traz a série por estado e por setor. É nele que o lojista confere se o próprio segmento e a própria região acompanharam o resultado nacional de agosto.