A FedEx vai aplicar mais de R$ 75 milhões na operação brasileira e abrir 34 unidades. O anúncio saiu em 10 de setembro de 2026. Sete cidades entram até o fim deste mês: Curitiba, Itabuna (BA), João Pessoa, Ribeirão Preto (SP), Aracaju, Goiânia e Rio de Janeiro.
Quem importa peça, insumo ou produto acabado tem aqui uma mudança de distância. As unidades concentram coleta e entrega de remessas internacionais, e o ponto de atendimento mais próximo define quanto tempo a carga fica parada antes de entrar na malha.
O projeto já tem unidades inauguradas em outras cidades, entre elas: Pacaembu (SP), São Luís, São José dos Campos (SP), Londrina (PR), Joinville (SC), Florianópolis, Campinas (SP) e Pouso Alegre (MG).
Quanto cresce cada armazém
Dois centros logísticos vão ser ampliados.
- Cajamar (SP): de 55 mil para 90 mil posições-palete, alta de 63,6% na conta do Observatório
- Jaboatão dos Guararapes (PE): de 16 mil para 26 mil m², alta de 62,5% na conta do Observatório
Em Cajamar, a FedEx informa que a obra inclui automação compacta e classificação de mercadorias. Em Jaboatão, a adequação é ao padrão construtivo Triple A. A empresa não divulgou quando cada ampliação fica pronta.
O que cada unidade passa a fazer
O comunicado descreve centros de atendimento multifuncionais. Eles reúnem coleta e entrega de remessas internacionais, pontos de estoque avançado e distribuição de última milha para equipamentos de ponto de venda e entregas críticas.
A operação de supply chain que a FedEx cita ao lado disso cobre controle de fornecedores, frete internacional, desembaraço aduaneiro e peças de reposição.
O que o comunicado não responde
Não há preço. A FedEx não publicou tarifa, prazo de entrega em dias nem condição comercial para as novas unidades. Também não informou o calendário das 34 aberturas: a única data firme é o fim de setembro de 2026, para as sete cidades nomeadas.
Quem sente o efeito primeiro é o embarcador que trabalha com comércio exterior e hoje despacha por uma unidade distante. Sete cidades devem ganhar unidade até o fim de setembro. Para quem só movimenta carga dentro do Brasil, o comunicado não descreve mudança de serviço; a única operação doméstica citada é a última milha de equipamentos de ponto de venda e entregas críticas.
Quem já despacha pela FedEx pode perguntar ao atendimento se alguma das novas unidades fica mais perto da própria origem. O comunicado não fala em migração de clientes entre unidades.