O segmento de móveis e eletrodomésticos vendeu 4,2% menos em agosto do que em julho, na série com ajuste sazonal, a maior queda entre as oito atividades do varejo acompanhadas pelo IBGE. No varejo como um todo, o volume de vendas variou 0,1% no mês, na série com ajuste sazonal, depois de cair 0,8% em julho.

O número é nacional e mede volume de vendas, não faturamento em reais.

Quem subiu e quem caiu no mês

Seis das oito atividades do varejo cresceram de julho para agosto. As maiores altas:

Livros, jornais, revistas e papelaria subiram 0,2%. Do lado negativo, além de móveis e eletrodomésticos, ficaram hiper, supermercados, alimentos, bebidas e fumo, com queda de 0,3%.

Na comparação com agosto de 2025, o varejo vendeu 0,4% mais. No acumulado de 2026, a alta é de 1,7%. Em 12 meses, de 1,6%.

O varejo ampliado recuou

O IBGE também mede o varejo ampliado. Nessa conta, o volume caiu 0,2% em agosto frente a julho.

Veículos, motos, partes e peças recuaram 1,0% no mês. Material de construção caiu 2,0%. Contra agosto de 2025, o varejo ampliado ficou 0,1% acima. No ano, acumula 1,7%, e em 12 meses, 1,4%.

O que o dado diz para quem vende

O IBGE publica a receita nominal como índice separado do volume, e os percentuais desta matéria são todos de volume.